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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

olhó livro! olhólivrinho! é pó meninepámenina!

"Vale a pena ler o texto assinado por Isabel Castanheira, que há bem pouco tempo teve de fechar as portas da Livraria 107, nas Caldas da Rainha, e pensar um bocadinho nas consequências das feiras do livro-cogumelo, que aparecem em cantos e recantos das cidades, com preços impossíveis de garantir nas livrarias e tantas vezes criadas pelas mesmas entidades que hão-de lamentar, não tarda nada, que essas livrarias tenham tido de fechar as portas."

O texto é surripiado ao Cadeirão Voltaire e serve perfeitamente.
Referências ainda no ENCONTRO LIVREIRO, que nos chamou a atenção para o assunto.
O original é da nossa amiga Isabel Castanheira, com quem nos solidarizamos e que, apesar de ter fechado a sua livraria, continua a alimentar o seu blogue CAVACOS DAS CALDAS.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Cada um balança à sua maneira

Segundo o "Diário de Notícias":

A 80.ª Feira do Livro de Lisboa terminou [...]. Que balanço faz da edição deste ano?

«- Foi o ano com maior participação de sempre, em termos de editores, cerca de 170. O fluxo do público e o volume de vendas também aumentaram significativamente. Ainda não temos números definitivos mas o balanço é bastante positivo.» Quem responde é Eduardo Boavida, director da Feira do Livro de Lisboa.

Segundo o livreiro de província, com a mania das independências, ao jornal... ao jornal... (Ops! Não tem voz na Comunicação Social!...):

«- Enquanto decorreu a Feira do Livro de Lisboa os caixotes com novidades aumentaram; os clientes desapareceram, salvo uma ou outra prendinha de última hora, logo, as vendas diminuiram na proporção inversa ao pedido de pagamento de facturas. Aliás, este foi o pior ano de sempre nesse período. Vamos repensar a continuidade da actividade já que, acabada a Feira do Livro de Lisboa, as editoras recomeçam a Feira do Livro de Portugal que, durando TODO O ANO, percorre o País em escolas, bibliotecas, praças e pracetas, estações de comboio, de correios, de serviço... Só faltam os sanitários públicos. É a Feira do Livro da Pouca-vergonha, sem lei nem roque.

Há raras excepções mas começa a ser regra o comércio directo das editoras com o público que deveria alimentar a existência de livrarias.Pedem (mais) criatividade às livrarias. Qual quê!!! Isso é que é criatividade!»Comentário cá meu: O mal do livreiro independente, ainda por cima o de província, é ser provinciano!... Perde tempo com a literatura em vez de estudar! Sim, estudar - a maneira de lixar os outros!...

Sines, 25 de Maio de 2010
Joaquim Gonçalves